sábado, 25 de setembro de 2010

Mudança


   Toda a célula do corpo humano regenera-se em media a cada 7 anos. Como cobras, à nossa maneira, nós mudamos de pele. Biologicamente somos novas pessoas.
   Podemos parecer os mesmos… Provavelmente somos… A mudança não é visível, pelo menos não para a maioria de nós, mas todos mudamos completamente, para sempre. Mas é normal, é uma mudança natural.
   Quando dizemos coisas como “As pessoas não mudam” deixamos os cientistas malucos, porque a mudança é literalmente a única constante da ciência. Energia… Matéria… Estão sempre a mudar… Transformar… Fundir… Crescer… Morrer…
   O modo como as pessoas tentam não mudar é que não é natural. Como queremos que as coisas voltem ao que eram, em vez de as aceitarmos como são. Como nos prendemos às velhas memórias, em vez de criarmos novas. O modo como insistimos em acreditar, apesar de todas as provas científicas contrárias de que algo nesta vida é permanente. A mudança é constante, como experimentamos a mudança depende de nós. Pode parecer como a morte, ou pode ser como uma segunda oportunidade. Se relaxarmos, nos soltarmos, formos em frente, pode ser adrenalina pura. Como se a qualquer momento tivéssemos outra oportunidade. Como se qualquer momento pudéssemos nascer novamente.

De volta à vida de estudante


   Pois é, já começou mais um ano lectivo... Mais um ano de trabalhos, testes, exercícios, insultos aos professores, gargalhadas nas aulas, cusquices sobre colegas, trabalhos de grupo entre muitas outras coisas... Mais um ano...

domingo, 24 de janeiro de 2010

Hurt


Even though all that you did to me was much worse
I had to do something to make you hurt yeah
Oh but why am I still cryin'?
Why am I the one whose still cryin'?

Oh oh you really hurt me baby!!!
You really you really hurt me baby!!!!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Desamores


Não são os teus olhos que os meus procuram
É a tua alma, a tua essência nua e crua
Não são os teus lábios que os meus procuram
São as palavras que gostaria de te ouvir dizer,
em cada beijo

Não são as tuas mãos que as minhas procuram
É o carinho que imagino dares-me cada vez que me tocas
Não é o teu sexo que o meu procura
É o prazer de te ver ter prazer

És tu que procuro sempre que busco
Mas não tens sido o que procuro
Os teus lábios selam-se
quando queres dizer-me que gostas de mim
Utilizas as mãos para tapar os olhos
e clamas ao teu sexo para não pedir o meu

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

What I'm Feeling